Dupla harmônica (bizantina) (C)
Dois saltos de um tom e meio na mesma escala — entre a 2ª e a 3ª e entre a 6ª e a 7ª — definem a dupla harmônica: é como se o degrau 'exótico' da menor harmônica fosse duplicado sobre uma base maior. O resultado é dramático e reconhecível na hora, o som que o cinema usa para sugerir o 'Oriente'. Vale a honestidade: 'bizantina' é um nome histórico de catálogo ocidental, ou seja, um rótulo — essas sete notas não resumem as tradições musicais que o nome evoca. Aparece em trilhas, na música de concerto e como cor pontual em repertórios específicos.
Exemplo: C – Db – E – F – G – Ab – BFórmula: 1 – b2 – 3 – 4 – 5 – b6 – 7Na fórmula, os números são os graus — as posições contadas na escala maior de referência; "b" abaixa meio tom e "#" sobe meio tom.
Família: Escalas sintéticas e especializadas.
Aparecem em repertórios específicos — música de concerto, trilhas, jazz moderno, tradições regionais.
Acordes do campo harmônico
São os sete acordes que nascem desta escala — um construído sobre cada nota dela. Em outras palavras: o conjunto de acordes que soa naturalmente "dentro" da escala. Ver o campo harmônico de cada tom →
Cmaj7Dbmaj7Fm(maj7)Abmaj7#5A mesma escala nos quatro instrumentos
Nos diagramas, cada ponto traz o grau da escala — o 1 é a tônica, em destaque.
Uma caixa por instrumento é só a porta de entrada de dupla harmônica (bizantina). No Cifra & Braço, você ouve a escala no timbre de cada um dos quatro instrumentos; troca os rótulos dos pontos entre graus, notas e dedos; e sobe, desce ou faz o caminho completo de ida e volta. Comece grátis. Desbloqueie tudo com o Pro. 100% offline. Ver no Cifra & Braço →