Maior harmônica (C)
Pegue a escala maior e abaixe a 6ª nota em meio tom: essa única mudança cria a maior harmônica. A nota rebaixada abre um salto de um tom e meio entre a 6ª e a 7ª — aquele degrau grande, de cor 'exótica' — e faz nascer um acorde menor no 4º grau, o Fm dentro de um clima de C maior. Na prática, é o som do empréstimo modal: a música está feliz, em tom maior, e de repente um acorde 'emprestado' do tom menor traz uma sombra de melancolia. Aparece em trilhas, na música de concerto e no jazz moderno como tempero sobre a tonalidade maior.
Exemplo: C – D – E – F – G – Ab – BFórmula: 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – b6 – 7Na fórmula, os números são os graus — as posições contadas na escala maior de referência; "b" abaixa meio tom e "#" sobe meio tom.
Família: Escalas sintéticas e especializadas.
Aparecem em repertórios específicos — música de concerto, trilhas, jazz moderno, tradições regionais.
Acordes do campo harmônico
São os sete acordes que nascem desta escala — um construído sobre cada nota dela. Em outras palavras: o conjunto de acordes que soa naturalmente "dentro" da escala. Ver o campo harmônico de cada tom →
Cmaj7Dm7b5Em7Fm(maj7)G7Abmaj7#5B°7A mesma escala nos quatro instrumentos
Nos diagramas, cada ponto traz o grau da escala — o 1 é a tônica, em destaque.
O que está acima é uma caixa de maior harmônica por instrumento; o mapa completo vive no app. No Cifra & Braço, você treina no modo Exercício — em terças, pares ou sequências, com o BPM subindo a cada repetição; troca os rótulos dos pontos entre graus, notas e dedos; e sobe, desce ou faz o caminho completo de ida e volta. Comece grátis. Desbloqueie tudo com o Pro. 100% offline. Ver no Cifra & Braço →