Napolitana menor (A)
Nasce da menor harmônica trocando a 2ª nota por sua versão abaixada, a b2 — isto é, o segundo degrau fica coladinho na tônica, a meio tom dela. O nome vem do acorde napolitano, que nada mais é do que o acorde maior construído sobre essa 2ª abaixada, uma cor expressiva da música clássica. O resultado soa sombrio e teatral: a b2 aperta o início da escala e a 7ª maior puxa forte de volta para casa. Aparece mais na composição e na análise do que no repertório do dia a dia; quando surge, colore acordes menores com sétima maior.
Exemplo: A – Bb – C – D – E – F – G#Fórmula: 1 – b2 – b3 – 4 – 5 – b6 – 7Na fórmula, os números são os graus — as posições contadas na escala maior de referência; "b" abaixa meio tom e "#" sobe meio tom.
Família: Escalas sintéticas e especializadas.
Aparecem em repertórios específicos — música de concerto, trilhas, jazz moderno, tradições regionais.
Acordes do campo harmônico
São os sete acordes que nascem desta escala — um construído sobre cada nota dela. Em outras palavras: o conjunto de acordes que soa naturalmente "dentro" da escala. Ver o campo harmônico de cada tom →
Am(maj7)Bbmaj7Dm7Fmaj7A mesma escala nos quatro instrumentos
Nos diagramas, cada ponto traz o grau da escala — o 1 é a tônica, em destaque.
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