Napolitana maior (A)
Apesar do nome, ela começa escura: tem b2 e b3, os dois primeiros degraus abaixados. O 'maior' vem da metade de cima — 6ª e 7ª maiores —, que sobe em tons inteiros e clareia tudo; pode ser entendida como a menor melódica com a 2ª abaixada. Esse contraste dá um som curioso: aperto e sombra no início, abertura quase flutuante no final. Fora da composição e da análise, é rara no repertório do dia a dia; quando aparece, serve acordes menores com sétima maior e cores modernas de concerto e trilha.
Exemplo: A – Bb – C – D – E – F# – G#Fórmula: 1 – b2 – b3 – 4 – 5 – 6 – 7Na fórmula, os números são os graus — as posições contadas na escala maior de referência; "b" abaixa meio tom e "#" sobe meio tom.
Família: Escalas sintéticas e especializadas.
Aparecem em repertórios específicos — música de concerto, trilhas, jazz moderno, tradições regionais.
Acordes do campo harmônico
São os sete acordes que nascem desta escala — um construído sobre cada nota dela. Em outras palavras: o conjunto de acordes que soa naturalmente "dentro" da escala. Ver o campo harmônico de cada tom →
Am(maj7)Bbmaj7#5D7F#m7b5A mesma escala nos quatro instrumentos
Nos diagramas, cada ponto traz o grau da escala — o 1 é a tônica, em destaque.
Cada instrumento acima mostra uma caixa de napolitana maior — um recorte do braço inteiro. No Cifra & Braço, você treina no modo Exercício — em terças, pares ou sequências, com o BPM subindo a cada repetição; troca os rótulos dos pontos entre graus, notas e dedos; e liga o metrônomo embutido no mesmo BPM. Comece grátis. Desbloqueie tudo com o Pro. 100% offline. Ver no Cifra & Braço →