Lídio dominante (D)
Pegue o mixolídio — a escala natural dos acordes de sétima, aqueles que pedem movimento — e suba a 4ª meio tom: nasce o lídio dominante, que também é o 4º modo da menor melódica. Ele junta o brilho aberto da quarta aumentada com o pé no chão do b7; na prática, soa maior, luminoso e sempre pronto para seguir adiante. É a escolha clássica sobre acordes 7(#11) no jazz, e essa cor de #4 sobre centro maior também circula na MPB, na bossa nova e nos usos que muita gente chama de 'som nordestino'.
Exemplo: D – E – F# – G# – A – B – CFórmula: 1 – 2 – 3 – #4 – 5 – 6 – b7Na fórmula, os números são os graus — as posições contadas na escala maior de referência; "b" abaixa meio tom e "#" sobe meio tom.
Família: Menor melódica (jazz minor) e seus modos.
Os modos da jazz minor são centrais no jazz e na harmonia sofisticada. A grafia #2/b3/#5 é funcional: enarmonicamente algumas notas têm o mesmo som, mas a escrita indica a tensão que representam.
Acordes do campo harmônico
São os sete acordes que nascem desta escala — um construído sobre cada nota dela. Em outras palavras: o conjunto de acordes que soa naturalmente "dentro" da escala. Ver o campo harmônico de cada tom →
D7E7F#m7b5G#m7b5Am(maj7)Bm7Cmaj7#5A mesma escala nos quatro instrumentos
Nos diagramas, cada ponto traz o grau da escala — o 1 é a tônica, em destaque.
Uma caixa por instrumento é só a porta de entrada de lídio dominante. No Cifra & Braço, você treina no modo Exercício — em terças, pares ou sequências, com o BPM subindo a cada repetição; percorre as posições da escala ao longo de todo o braço; e liga o metrônomo embutido no mesmo BPM. Comece grátis. Desbloqueie tudo com o Pro. 100% offline. Ver no Cifra & Braço →