Jônio (C)
Jônio é só outro nome para a escala maior de sempre — o dó-ré-mi que todo mundo já cantou. É a referência da música tonal, ou seja, da música que tem um "lar" claro para onde tudo volta para descansar. O som é aberto, luminoso e resolvido, e dos seus graus nascem os acordes que acompanham boa parte das canções que conhecemos. Sempre que uma música está "em tom maior", é esta escala que trabalha por trás.
Exemplo: C – D – E – F – G – A – BFórmula: 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 7Na fórmula, os números são os graus — as posições contadas na escala maior de referência; "b" abaixa meio tom e "#" sobe meio tom.
Família: Os sete modos da escala maior.
Os modos diatônicos compartilham o mesmo padrão de tons e semitons, mas reorganizam o centro. Para soar modal, é preciso reforçar o centro e o grau característico — se a música resolver sempre em C, o ouvido interpreta C maior, não D dórico.
Acordes do campo harmônico
São os sete acordes que nascem desta escala — um construído sobre cada nota dela. Em outras palavras: o conjunto de acordes que soa naturalmente "dentro" da escala. Ver o campo harmônico de cada tom →
Cmaj7Dm7Em7Fmaj7G7Am7Bm7b5A mesma escala nos quatro instrumentos
Nos diagramas, cada ponto traz o grau da escala — o 1 é a tônica, em destaque.
Cada instrumento acima mostra uma caixa de jônio — um recorte do braço inteiro. No Cifra & Braço, você dá o play e vê cada nota acender no diagrama no instante exato em que soa; percorre as posições da escala ao longo de todo o braço; e sobe, desce ou faz o caminho completo de ida e volta. Comece grátis. Desbloqueie tudo com o Pro. 100% offline. Ver no Cifra & Braço →