Bebop dórico (D)
Nasce da escala dórica — a menor de balanço mais solto, com a 6ª maior — ganhando a 3ª maior como nota de passagem, num total de oito notas. Essa nota a mais existe por um motivo prático: em frases seguidas de colcheias — na prática, notas rápidas uma atrás da outra —, ela ajusta tudo para que as notas do acorde menor caiam nos tempos fortes. Vale saber que a fórmula varia de escola para escola: é mais uma convenção de estudo do jazz do que uma escala fixa, e esta é a formulação mais comum.
Exemplo: D – E – F – F# – G – A – B – CFórmula: 1 – 2 – b3 – 3 – 4 – 5 – 6 – b7Na fórmula, os números são os graus — as posições contadas na escala maior de referência; "b" abaixa meio tom e "#" sobe meio tom.
Família: Escalas bebop.
Acrescentam uma nota cromática a uma escala de sete notas para criar oito. A função é rítmica: alinhar notas do acorde aos tempos fortes em frases contínuas de colcheias. A nomenclatura varia entre escolas — são convenções pedagógicas, não famílias tão estáveis quanto maior, menor harmônica ou menor melódica.
A mesma escala nos quatro instrumentos
Nos diagramas, cada ponto traz o grau da escala — o 1 é a tônica, em destaque.
Cada instrumento acima mostra uma caixa de bebop dórico — um recorte do braço inteiro. No Cifra & Braço, você ouve a escala no timbre de cada um dos quatro instrumentos; troca os rótulos dos pontos entre graus, notas e dedos; e escolhe começar da tônica ou tocar a caixa completa. Comece grátis. Desbloqueie tudo com o Pro. 100% offline. Abrir no Cifra & Braço →